
Governo dos EUA tenta barrar certificação no Alasca após disputa com homônimos
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos acionou a Justiça para tentar barrar a certificação eleitoral no Alasca, após a revelação de que dois candidatos com nomes idênticos disputam a mesma vaga no Senado. O caso gerou forte irritação do presidente Donald Trump, que acusou o Partido Democrata de articular uma manobra para manipular as eleições e prejudicar o partido republicano.
Ação do Departamento de Justiça americano
Segundo reportagem do The New York Times, membros da campanha da democrata Mary Peltola teriam organizado, a partir de meados de 2025, a candidatura do professor aposentado Daniel J. Sullivan Jr. A estratégia visava confundir o eleitorado e retirar votos do atual senador republicano Dan Sullivan, que tenta a reeleição. Diante das suspeitas, o governo federal emitiu mais de 40 intimações e pediu o bloqueio da certificação em caso de margem apertada.
Estratégia eleitoral e impacto nas primárias
Nas primárias de agosto, Peltola liderou com 49,5% dos votos, enquanto Dan S. Sullivan alcançou 41,4%. Daniel J. Sullivan Jr. registrou 2,5%, somando 4.107 votos. Pelas regras do estado, ambos os homônimos garantiram vaga na cédula da eleição geral.
Posicionamentos e análise da legislação
A campanha de Peltola, o comitê democrata e Daniel Jr. negaram qualquer irregularidade. O governador do Alasca, Mike Dunleavy, pediu uma apuração estadual sobre o episódio. Especialistas em direito eleitoral ressaltam que táticas de confusão partidária não violam a legislação, desde que não ocorra ocultação de financiamento de campanha.
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Crédito da apuração original: G1
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