
Governo e PT criticam Banco Central após manutenção da taxa básica de juros
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
O PT e integrantes do governo criticaram o Banco Central após o Copom manter a taxa Selic em 13,75% ao ano, decisão justificada por incertezas fiscais e pressões inflacionárias. O vice-líder governista na Câmara, Lindbergh Farias, acusou a autoridade monetária de se render ao mercado. O partido também defendeu uma proposta do economista André Lara Resende para reduzir os juros a 7,5% em doze meses e estipular tetos para taxas e metas fiscais.
Reações à manutenção da taxa Selic pelo Copom
No próximo domingo, o presidente Lula fará um pronunciamento prometendo responsabilidade fiscal, mas sem cortes em programas sociais e promessas de campanha. Paralelamente, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, finaliza medidas para cumprir a meta de superávit primário de 0,5% do PIB no próximo ano. O pacote será apresentado ao presidente após sua viagem à Turquia para a COP 30.
Medidas fiscais e meta de superávit primário
Apesar da pressão de aliados para nomear diretores favoráveis ao corte de juros para as vagas abertas na diretoria do Banco Central, interlocutores afirmam que Lula não fará essas indicações para evitar crises com investidores e respeitar a autonomia da instituição.
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Crédito da apuração original: Valdo Cruz · G1
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