
Governo russo nega perigo de surto após morte de técnica de laboratório
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
O governo da Rússia descartou qualquer risco de epidemia na Sibéria após a morte de uma técnica de laboratório de 28 anos em um instituto de pesquisas sobre a peste em Irkutsk. De acordo com a agência de saúde Rospotrebnadzor, a funcionária era vacinada e mais de 90% das pessoas que tiveram contato com ela foram monitoradas, sem registro de infecções.
Monitoramento e controle sanitário na Sibéria
O episódio gerou alertas internacionais. A Mongólia reforçou sua vigilância sanitária, enquanto Estados Unidos, União Europeia e a Organização Mundial da Saúde solicitaram transparência a Moscou. A OMS considerou o risco baixo para o território russo e muito baixo para a Europa, mas pediu esclarecimentos sobre eventuais outros casos suspeitos.
Repercussão internacional e avaliação da OMS
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, orientou a população a acompanhar apenas as informações oficiais, classificando a maioria das publicações da imprensa como falsas. Ele também declarou que Moscou já havia notificado a OMS e desconhecia pedidos formais de Washington sobre o caso.
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Crédito da apuração original: G1
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