
Grega de 54 anos dá à luz menina após embrião ficar congelado por mais de duas décadas
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
A grega Christina Rapti-Tzelepi, de 54 anos, deu à luz uma menina saudável de 3.490 gramas gerada a partir de um embrião congelado há 22 anos, 5 meses e 23 dias. A decisão de engravidar ocorreu após a perda de seu filho único, de 21 anos, em um acidente de trânsito.
Possível recorde mundial de criopreservação
O embrião estava armazenado desde 17 de março de 2004, quando a paciente realizou sua primeira fertilização in vitro. Segundo o ginecologista responsável pelo caso, Konstantinos Pantos, o intervalo pode representar o período mais longo de criopreservação com nascimento bem-sucedido no mundo, superando registros anteriores no Japão, de 18 anos, e em Israel, de 17 anos.
Superação familiar e autorização legal
Para viabilizar o procedimento, Christina precisou de autorização da Autoridade Nacional de Reprodução Assistida por estar no limite dos 54 anos, idade máxima permitida pela legislação da Grécia para métodos de reprodução assistida. O nascimento reabriu discussões no país sobre a flexibilização dessa restrição etária.
Assuntos
- embrião congelado
- fertilização in vitro
- reprodução assistida
- criopreservação
- gravidez aos 54 anos
- grécia
- recorde de criopreservação
- saúde reprodutiva
Crédito da apuração original: G1
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