
Homem é condenado a indenizar atendentes de farmácia após injúria racial no Maranhão
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
A juíza Luísa Carício, da Vara Única de São João Batista, condenou um homem a pagar R$ 10 mil em indenização por danos morais a cada um dos dois balconistas de uma farmácia no Maranhão, vítimas de ofensas racistas.
Ofensas verbais durante troca de remédio
O episódio ocorreu em 12 de março, quando o cliente compareceu ao estabelecimento para trocar um medicamento adquirido anteriormente. Ao ser informado sobre os procedimentos internos da empresa para a substituição do produto, o homem se exaltou e insultou os funcionários, dirigindo-se a eles com termos pejorativos como "pretinho" e "pretinha", inclusive na presença de clientes.
Alegações da defesa rejeitadas
Em sua defesa, o réu alegou que o caso se tratou de um mero desentendimento comercial e citou sua condição de idoso e pessoa negra para contestar o processo.
Fundamentação da decisão judicial
A magistrada rejeitou os argumentos da defesa, ressaltando que as ofensas violaram o princípio da dignidade da pessoa humana e as diretrizes da Convenção Interamericana contra o Racismo.
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Crédito da apuração original: G1
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