
Hungria aprova reformas institucionais e anula medidas da gestão de Viktor Orbán
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O novo primeiro-ministro da Hungria, Peter Magyar, intensificou as reformas institucionais para encerrar o legado autoritário construído durante os 16 anos de Viktor Orbán no poder. Com maioria de dois terços conquistada pelo partido Tisza, o Parlamento revogou, por 139 votos a 51, a controversa lei de 2021 que associava a homossexualidade à pedofilia. A medida destravou a liberação imediata de 4,2 bilhões de euros congelados pela Comissão Europeia.
Revogação de lei anti-LGBT e fundos da UE
Para restabelecer o Estado de Direito, Magyar aprovou emendas que limitam o cargo de premiê a dois mandatos, impedindo a volta de Orbán, e restringem a atuação parlamentar a 12 anos. O governo também substituiu o presidente Tamás Sulyok por András Baka, aposentou juízes do Tribunal Constitucional e criou um órgão anticorrupção para recuperar ativos públicos, com o objetivo de desbloquear mais 16,4 bilhões de euros da União Europeia.
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Crédito da apuração original: Sandra Cohen · G1
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