Plantão

Resumimos notícias já publicadas por outros veículos — não produzimos notícias

Voltar para a capa
Ibama elimina 4 mil estruturas usadas em mineração clandestina nos rios do Amazonas

Ibama elimina 4 mil estruturas usadas em mineração clandestina nos rios do Amazonas

G1há 3 h
Áudio ainda sendo gerado para esta notícia.

Compartilhar

O que você achou?

Seja o primeiro a reagir

Resumo Rapidim · 17% do texto original

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Sustentáveis (Ibama) destruiu cerca de 4 mil dragas utilizadas no garimpo ilegal no Amazonas desde 2023. A atuação do órgão em áreas remotas e de floresta, como o Rio Madeira e o Vale do Javari, envolve agentes equipados com armamento letal e não letal, helicópteros e apoio da Polícia Federal, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e de outras forças de segurança pública.

Operações recentes nos rios e terras indígenas

Entre as ações recentes, a Operação Aurum, realizada no dia 30 de outubro nas proximidades de Tabatinga, inutilizou oito dragas e oito embarcações de apoio. No Rio Madeira, a Operação Hidra Dourada destruiu 22 dragas e cinco barcos, enquanto a Operação Xapiri inutilizou 23 estruturas e identificou 25 trabalhadores em situação análoga à escravidão, incluindo dois menores de idade. Já no Vale do Javari, a Operação Nidaid Isquim destruiu 16 dragas no Rio Jandiatuba.

Justificativa legal e logística para a destruição

Segundo o superintendente do Ibama no estado, Joel Araújo, a queima dos equipamentos é autorizada pelo Decreto Federal nº 6.514/2008. A medida excepcional é aplicada diante da inviabilidade logística de retirar o maquinário pesado de locais isolados e do risco iminente de emboscadas contra as equipes. O órgão pondera que a poluição temporária da fumaça é inferior aos severos danos contínuos provocados pela atividade clandestina, como a contaminação da água por mercúrio e o assoreamento dos rios.

Proteção ambiental e segurança das comunidades

O chefe da assessoria de comunicação do instituto, Tiago Costa, ressaltou que as dragas e aeronaves apreendidas contam com adaptações precárias que comprometem a segurança e inviabilizam qualquer reaproveitamento. Além de desarticular o crime ambiental, as operações buscam resguardar territórios e comunidades indígenas e ribeirinhas.

Assuntos

  • ibama
  • garimpo ilegal
  • amazonas
  • meio ambiente
  • rio madeira
  • vale do javari
  • crime ambiental
  • contaminação por mercúrio

Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

Publicidade

320 × 100