
Integrantes do Turma do Pagode apoiam direito de músicos manterem neutralidade
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Os músicos Caramelo e Leizinho, do grupo Turma do Pagode, defenderam no podcast "g1 ouviu" o direito de artistas não manifestarem posicionamentos políticos. Leizinho avaliou que a cobrança por opiniões partidárias configura uma invasão da vida pessoal, lembrando que manteve seu voto secreto nas eleições. Caramelo ressaltou que a democracia garante tanto a liberdade de manifestação quanto o direito ao silêncio, embora tenha ponderado que qualquer escolha traz consequências práticas.
Defesa do direito à neutralidade e voto secreto
A discussão foi motivada pelos recentes cancelamentos de shows da dupla Jorge & Mateus no Nordeste. As prefeituras de Recife e Fortaleza, lideradas respectivamente por Victor Marques (PCdoB) e Evandro Leitão (PT), suspenderam as apresentações de Réveillon após o cantor Jorge declarar apoio a Flávio Bolsonaro (PL) para 2026 e cantar versos contra o PT. Por outro lado, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), manteve o show dos sertanejos no Festival Virada, afirmando que convicções políticas não interferem em contratações públicas e defendendo a pluralidade democrática. O artista também negou acusações de xenofobia.
Assuntos
- turma do pagode
- neutralidade política
- artistas e política
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- shows de réveillon
- música brasileira
- liberdade de expressão
Crédito da apuração original: G1
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