
Inteligência artificial preenche falhas em análises de rios no Vale do Paraíba
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Guaratinguetá, utiliza inteligência artificial para estimar dados ausentes na análise da qualidade da água dos rios do Vale do Paraíba, no interior paulista. O modelo visa garantir a continuidade do monitoramento ambiental mesmo quando medições presenciais não ocorrem.
Origem do projeto e dados da Cetesb
O projeto foi desenvolvido pelo engenheiro eletricista Wilson dos Santos Júnior, com orientação da professora Marcela Machado. A proposta surgiu após a identificação de lacunas nas coletas durante a pandemia de Covid-19, quando equipes de campo enfrentaram restrições.
Como funciona o modelo de inteligência artificial
O modelo foi treinado com informações do sistema Infoáguas, da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), referentes ao período de 2013 a 2023. O sistema avalia parâmetros como temperatura, pH e coliformes para calcular o Índice de Qualidade da Água (IQA).
Precisão nas estimativas e impacto ambiental
Nos testes, a previsão direta do índice registrou erro inferior a 10%. A tecnologia atua de forma complementar e não substitui o trabalho da Cetesb.
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Crédito da apuração original: G1
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