
Israel vota em pleito geral indefinido e põe à prova liderança de Netanyahu
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Israel realizou, nesta terça-feira (27), suas primeiras eleições gerais desde os ataques terroristas de 7 de outubro de 2023, que deixaram 1,2 mil mortos e desencadearam a guerra na Faixa de Gaza. As pesquisas de boca de urna apontam um cenário indefinido, sem indicação de maioria imediata para o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ou para a oposição.
Disputa acirrada pelo controle do Knesset
A disputa pelas 120 cadeiras do Parlamento, o Knesset, põe à prova a liderança de Netanyahu, do partido Likud, que tenta o sétimo mandato. Seu principal adversário é o ex-chefe das Forças Armadas Gadi Eisenkot. Como o voto não é obrigatório e nenhum partido costuma alcançar maioria absoluta sozinho, a formação do governo exigirá alianças e negociações com siglas menores.
Necessidade de alianças e negociações partidárias
O pleito ocorre sob forte cobrança de familiares de vítimas por investigações sobre as falhas de segurança no massacre de 2023. A campanha também é pautada por debates sobre o custo de vida, a independência do Judiciário, a isenção militar para judeus ultraortodoxos e os confrontos estratégicos com o Irã e grupos aliados.
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Crédito da apuração original: G1
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