
Justiça condena réu a quatro anos de prisão pela morte de ativista trans no RS
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O Tribunal do Júri de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, condenou Amauri Mendes Vieira, de 35 anos, a quatro anos e dois meses de prisão pela morte da ativista trans Verônica Oliveira, de 40 anos, conhecida como "Mãe Loira". Durante a sessão, o Conselho de Sentença afastou a tese de homicídio doloso duplamente qualificado e desclassificou a acusação para lesão corporal seguida de morte. O réu poderá recorrer em liberdade.
Desclassificação do crime e decisão do júri
O crime ocorreu na madrugada de 12 de dezembro de 2019, na região central do município, motivado por um desentendimento sobre o pagamento de um programa. Conforme a denúncia, Vieira desferiu um golpe de faca no abdômen da vítima de dentro do seu veículo antes de fugir. Verônica chegou a ser socorrida e operada no Hospital Universitário de Santa Maria, mas não resistiu.
Relembre o crime ocorrido em 2019
Importante liderança comunitária, Verônica coordenava um abrigo para mulheres trans e havia sido madrinha da Parada da Diversidade local em 2019. O caso gerou grande mobilização social e inspirou a Lei Verônica Oliveira, sancionada em agosto de 2023 para instituir o dia 12 de dezembro como marco municipal de enfrentamento às violências contra pessoas trans.
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Crédito da apuração original: G1
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