
Justiça de Palmas aceita denúncia contra casal pela morte de criança de três anos
O que você achou?
Seja o primeiro a reagir
Resumo Rapidim · 17% do texto original
O advogado Igor Veloso de Sousa e Kathellen Moreira da Silva tornaram-se réus pela morte do menino Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos. O crime ocorreu em 2 de agosto de 2026, na residência do pai, em Palmas, Tocantins. A denúncia apresentada pelo Ministério Público do Tocantins foi aceita pelo juiz Cledson José Dias, da 1ª Vara Criminal da capital.
Acusações e pedido de júri popular
Igor responderá pelos crimes de vicaricídio, tortura, estupro de vulnerável e fraude processual. Kathellen, madrasta da vítima, foi denunciada por vicaricídio por omissão e fraude processual. O órgão ministerial solicitou que o casal seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri e pague R$ 100 mil em indenização para reparação de danos à família. Ambos estão presos preventivamente desde 6 de agosto.
Laudo pericial e histórico de denúncias
A perícia do Instituto Médico Legal descartou a versão inicial do pai de que a criança havia morrido por afogamento na piscina. As investigações da Polícia Civil apontaram que o local foi adulterado para simular falecimento natural durante o sono, ocultando marcas de agressões físicas e violência sexual. Registros anteriores da mãe, Sabrina Feitosa, já indicavam histórico de abusos durante as visitas paternas.
Assuntos
- justiça de palmas
- morte de criança tocantins
- igor veloso
- kathellen moreira
- mpto
- tribunal do júri
- vicaricídio
- notícias tocantins
Crédito da apuração original: G1
Ler matéria completa em G1