
Justiça do Amazonas autoriza ida de Ademar Cardoso para o regime semiaberto
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Ademar Cardoso, irmão da ex-sinhazinha do Boi Garantido Djidja Cardoso, deixou a prisão na manhã deste sábado (24), em Manaus, para cumprir pena em regime semiaberto. A progressão foi autorizada pela juíza Sabrina Cumba Ferreira após a Justiça reconhecer o abatimento de 364 dias da pena em razão de atividades de trabalho, leitura e aprovação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Progressão de pena e uso de tornozeleira eletrônica
Condenado a 10 anos e 11 meses de reclusão por tráfico de drogas e associação para o tráfico, Ademar estava preso desde maio de 2024. A prisão ocorreu dias após Djidja ser encontrada morta na residência da família com sinais de overdose de cetamina. Para permanecer no semiaberto, ele precisará utilizar tornozeleira eletrônica, cumprir recolhimento noturno e permanecer em casa nos finais de semana e feriados.
Condenação no âmbito da Operação Mandrágora
Ao sair da unidade prisional, Ademar foi recepcionado por amigos e reencontrou a mãe, Cleusimar Cardoso, que também obteve progressão para o semiaberto no final de setembro. Em declarações à imprensa e em publicações nas redes sociais, ele alegou que sua prisão foi arbitrária e informou que apresentará sua versão dos fatos após orientações de seus advogados.
Atividades e rituais com uso de cetamina
Ademar e a mãe foram condenados no âmbito da Operação Mandrágora juntamente com outras cinco pessoas, com penas que variaram de oito anos e seis meses a 10 anos e 11 meses. De acordo com as investigações e a sentença, os envolvidos utilizavam a rede de salões de beleza Belle Femme e a seita "Pai, Mãe, Vida" para obter e distribuir cetamina ilegalmente em rituais.
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Crédito da apuração original: G1
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