
Justiça Federal pune organização acusada de enviar cocaína para a Europa
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
A Justiça Federal condenou 13 homens investigados na Operação Hinterland por envolvimento em um esquema de tráfico internacional de cocaína que movimentou mais de R$ 3 bilhões entre 2019 e 2022. As penas fixadas variam de cinco anos e sete meses a 54 anos de prisão, além do pagamento de multas e custas processuais. Uma mulher também denunciada no processo foi absolvida por falta de provas.
Origem da investigação e apreensão na Europa
As investigações tiveram início após a apreensão de cerca de 1,7 tonelada de cocaína na Alemanha, carga avaliada em R$ 380 milhões que foi enviada a partir de Montenegro (RS) oculta em extrato de mimosa. A Polícia Federal identificou que a organização atuava dividida em dois núcleos cooperantes: um responsável pela entrada da droga vinda do Peru, da Bolívia e da Colômbia por vias terrestres e aéreas, e outro encarregado da logística marítima para a Europa.
Logística e divisão do esquema criminoso
O esquema utilizava estruturas portuárias em Itajaí (SC) e Rio Grande (RS), além de cooptar agentes locais para burlar a fiscalização. A decisão judicial determinou o confisco e a destinação dos bens apreendidos para a União. Quatro réus cumprem prisão preventiva, um está foragido e oito já recorreram ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
Assuntos
- operação hinterland
- tráfico internacional de drogas
- justiça federal
- polícia federal
- tráfico de cocaína
- porto de itajaí
- porto de rio grande
Crédito da apuração original: G1
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