
Justiça mantém prisão de médico investigado por abusar de pacientes em Caaporã
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
O número de mulheres que denunciaram um médico por suspeita de abuso sexual durante atendimentos em Caaporã, no Litoral Sul da Paraíba, subiu para quatro. A Justiça manteve a prisão preventiva do profissional nesta quinta-feira (5), após realização de audiência de custódia.
Denúncias de pacientes e investigação policial
A prisão em flagrante ocorreu na quarta-feira (4), depois que uma jovem de 20 anos relatou ter sofrido toques íntimos sem finalidade clínica e perguntas de cunho sexual em uma Unidade Básica de Saúde. Outras três pacientes prestaram depoimento à Polícia Civil, e uma delas entregou gravações de áudio das consultas. Funcionários da unidade confirmaram condutas inadequadas do investigado, que alegou finalidade assistencial nos procedimentos.
Providências do CRM-PB e da prefeitura local
Segundo o delegado Túlio Lustosa Cantarelli, novas vítimas devem ser ouvidas nos próximos dias. Diante do caso, a Prefeitura de Caaporã solicitou o afastamento cautelar e a substituição do profissional, enquanto o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) instaurou sindicância para apurar possíveis infrações ao Código de Ética Médica.
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Crédito da apuração original: G1
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