
Justiça paraguaia decreta prisão preventiva do ex-presidente Santiago Peña
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
O Ministério Público do Paraguai acusou formalmente o ex-presidente Santiago Peña por abuso de confiança e administração em benefício próprio, devido ao colapso do Banco Ueno. A Justiça converteu a detenção do ex-mandatário em prisão preventiva neste sábado (7). Peña nega os crimes e foi transferido para uma base militar em Assunção por motivos de segurança, após confrontos entre manifestantes e a polícia em frente à sua residência.
Prisão preventiva e transferência para base militar
A ação judicial ocorre logo após o Senado cassar o mandato de Peña por unanimidade, com 44 votos a favor, na sexta-feira (6), rejeitando uma renúncia prévia. O ex-presidente foi sócio do grupo controlador do banco digital e nomeou o ex-diretor da instituição, Carlos Carvallo, para presidir o Banco Central paraguaio; Carvallo também foi detido. A autoridade monetária interveio na instituição após o congelamento de contas dos correntistas.
Cassação unânime no Senado e colapso bancário
Com a destituição, o vice-presidente Pedro Alliana, de 52 anos e filiado ao Partido Colorado, assumiu o poder e iniciou reuniões ministeriais.
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Crédito da apuração original: G1
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