
Letalidade em intervenções policiais na capital de SP atinge recorde desde 2020
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O número de mortes decorrentes de intervenção policial na cidade de São Paulo voltou a crescer durante a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) e atingiu o maior patamar desde 2020. Dados do Gaesp, do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), apontam 191 ocorrências entre janeiro e setembro de 2026, com média de uma morte a cada 34 horas. O índice representa um aumento de 54% na comparação com o mesmo período de 2022, quando foram registrados 124 casos.
Aumento dos registros fatais na capital
A alta é ilustrada por ocorrências recentes na capital paulista. Em Moema, Gustavo Munis de Santana, de 20 anos e sem antecedentes criminais, foi morto com 27 tiros após policiais confundirem seu celular com uma arma. Na Zona Norte, imagens registraram PMs sem câmeras corporais disparando ao menos 24 vezes contra Antonio Nunes Batista, de 40 anos, que já estava caído no chão.
Casos recentes e atuação policial
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que atua com foco na preservação da vida, na revisão de protocolos e no uso de tecnologias. A pasta ressaltou que todas as mortes são rigorosamente investigadas pelas corregedorias e acompanhadas pelo Ministério Público.
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Crédito da apuração original: G1
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