
Liderança de Flávio nas urnas pode expandir aliança de Donald Trump no continente
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Flávio Bolsonaro (PL) liderou o primeiro turno da eleição presidencial de 2026 no Brasil com 47,03% dos votos, superando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que obteve 45,16%. Caso vença a disputa no segundo turno, o senador poderá se tornar o nono governante da América do Sul alinhado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificou o desempenho do candidato brasileiro como uma vitória expressiva.
Convergência com a estratégia de segurança dos EUA
A aproximação entre Flávio e a Casa Branca reflete uma postura de convergência com a atual estratégia de segurança nacional norte-americana, baseada na reedição da Doutrina Monroe. O plano dos EUA visa restaurar a influência no continente, conter cartéis e expandir operações marítimas e militares. Durante 2026, Flávio visitou Trump, defendeu a inclusão de facções criminosas brasileiras na lista de organizações terroristas de Washington e propôs a entrada do Brasil no Escudo das Américas, coalizão regional de segurança.
A expansão da influência de Washington no continente
A expansão da influência de Trump no continente já abrange oito administrações sul-americanas. Na Argentina, Javier Milei mantém forte relação pessoal e obteve um socorro financeiro de US$ 20 bilhões do governo norte-americano em 2025. Na Colômbia, Abelardo De la Espriella elegeu-se com apoio explícito do republicano. No Chile, José Antonio Kast ascendeu com plataforma conservadora convergente, enquanto Daniel Noboa, no Equador, e Rodrigo Paz, na Bolívia, articularam parcerias pragmáticas voltadas à segurança e estabilização política.
O cenário diplomático dos governos sul-americanos
O alinhamento regional se estende ao Paraguai de Santiago Peña, ao Peru sob a gestão de Keiko Fujimori — que formalizou o ingresso no Escudo das Américas com o secretário de Estado Marco Rubio — e à Venezuela, comandada interinamente por Delcy Rodríguez. O regime venezuelano passou a firmar acordos de exploração de petróleo e acenos diplomáticos com Washington após a operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura e prisão de Nicolás Maduro em Nova York.
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Crédito da apuração original: G1
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