
Manifestações contra a inflação na França geram confrontos e prisões em massa
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Resumo Rapidim · 15% do texto original
A capital francesa registrou novos confrontos neste domingo (18), quando a polícia utilizou gás lacrimogêneo contra manifestantes na Place de la République. A tensão deu continuidade à violenta jornada de protestos do último sábado contra a inflação e a precarização dos serviços públicos, mobilização que reuniu mais de 500 mil pessoas em dezenas de cidades francesas.
Escalada de violência e prisões em massa
O balanço nacional dos distúrbios inclui um manifestante morto por parada cardíaca, mais de 2.000 prisões e mais de 600 policiais feridos, segundo as autoridades. Vândalos atacaram prédios públicos e saquearam centenas de lojas em cidades como Marselha e Bordeaux, incluindo 50 unidades da rede Carrefour. Em Limoges, a sede histórica da prefeitura foi amplamente destruída por um incêndio criminoso.
Danos ao patrimônio e cidades afetadas
Enquanto o primeiro-ministro Sébastien Lecornu atribuiu a violência à extrema esquerda e a criminosos, o líder opositor Jordan Bardella pediu a renúncia do presidente Emmanuel Macron, que convocou um pronunciamento à nação. O movimento começou há um mês por melhorias na educação e ampliou-se para uma contestação geral ao custo de vida.
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Crédito da apuração original: G1
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