
Médica de Goiânia é afastada após sugerir adiamento de altas durante votação
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
A Procuradoria Regional Eleitoral em Goiás (PRE-GO) solicitou a investigação da médica Marcella Segato de Sousa Melo, chefe de ginecologia e obstetrícia do Hospital Municipal da Mulher e Maternidade Célia Câmara (HMMCC), em Goiânia. Ela é suspeita de orientar colegas a não concederem alta a pacientes no primeiro turno das eleições por considerar que a maioria seria petista. Em razão das denúncias, a profissional foi afastada de suas funções.
Investigação da Procuradoria Eleitoral e do Cremego
O caso foi encaminhado ao Ministério Público Eleitoral, e a PRE-GO adotou medidas preventivas sigilosas para assegurar o direito ao voto no segundo turno. A mensagem foi enviada em 2 de outubro em um grupo privado com profissionais da maternidade, no qual 12 participantes reagiram com emojis e um respondeu "combinado".
Posicionamento do hospital e da profissional
A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia e o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) instauraram procedimentos administrativos e éticos para apurar a conduta. O hospital afirmou que as mensagens expressam manifestações estritamente pessoais de médicos e não representam a postura da unidade de saúde.
Em nota, Marcella pediu desculpas pelo ocorrido, mas afirmou que a orientação não resultou em procedimentos inadequados. A médica sustentou que nenhuma paciente teve a alta atrasada ou negada por motivos políticos e que todas as liberações seguiram critérios clínicos.
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Crédito da apuração original: G1
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