
Menina curada de aplasia medular reencontra doadora cearense em Curitiba
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
A paciente Noemi Lima Oliveira, de 8 anos, reencontrou a enfermeira cearense Geovania Oliveira Santos na manhã de 20 de outubro de 2026, no Hospital Erastinho, em Curitiba. A visita surpresa ocorreu durante a consulta médica que confirmou a cura da menina, cerca de cinco anos após ela passar por um transplante de medula óssea para tratar aplasia medular.
Confirmação da cura no Hospital Erastinho
O procedimento foi realizado integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com acompanhamento contínuo no Erastinho, primeiro hospital exclusivamente oncopediátrico do Sul do país. Durante o período de tratamento na capital paranaense, a menina e sua família receberam suporte da Casa de Apoio São Félix.
Trajetória da compatibilidade pelo Redome
A conexão entre ambas teve início em 2011, quando Geovania se cadastrou como doadora voluntária em Eusébio, no Ceará. Dez anos depois, em outubro de 2021, o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) localizou a compatibilidade. Para viabilizar a doação, a profissional de saúde viajou até Natal, no Rio Grande do Norte, onde realizou exames e concluiu as etapas necessárias.
Importância do cadastro de doadores atualizado
Antes da confirmação da cura em Curitiba, Noemi e a doadora haviam se encontrado presencialmente apenas uma vez, em Salvador. O caso reforça a importância de manter os dados cadastrais atualizados junto aos hemocentros para possibilitar novos transplantes.
Assuntos
- transplante de medula óssea
- aplasia medular
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- saúde infantil
Crédito da apuração original: G1
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