
Milton Leite tem detenção estendida por 30 dias em apuração sobre ônibus de SP
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Resumo Rapidim · 15% do texto original
A Justiça de São Paulo prorrogou por 30 dias a prisão temporária do ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite e de outros investigados na Operação Vectura Corrupta. A apuração da Polícia Civil foca na infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no transporte público municipal. Detido em Mogi das Cruzes desde 18 de setembro, Leite é apontado pelos investigadores como gestor de empresas ligadas à facção e proprietário de fato da concessionária Transwolff.
Prorrogação da prisão e elo com concessionárias
A operação policial cumpriu 16 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão em cidades como São Paulo, Santos, Diadema e São Bernardo do Campo. A investigação apura fraudes em licitações, articulações políticas, financiamento de campanhas eleitorais e a atuação de advogados no núcleo "Sintonia dos Gravatas". Entre os investigados estão também o ex-presidente da SPTrans Levi dos Santos Oliveira e o ex-candidato em Praia Grande Danilo Marco Morgado Silva.
Mandados judiciais e desdobramentos da operação
Paralelamente, a polícia apura o furto de um HD com filmagens de segurança do escritório de Leite, em Santo Amaro, ocorrido em 20 de setembro. Na ocasião, invasores reviraram documentos pessoais e deixaram mais de R$ 19 mil no imóvel. Milton Leite nega qualquer irregularidade e afirma ser inocente das acusações, posição também defendida por sua família.
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Crédito da apuração original: G1
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