
Mobilização nacional paralisa transportes e fecha escolas em cidades francesas
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Vários sindicatos da França realizaram nesta quinta-feira (5) um novo dia de greves e manifestações em todo o país. O movimento organizou cerca de 260 protestos em cidades como Paris, Lyon e Marselha, provocando o fechamento de centenas de escolas e severos impactos no transporte público.
Impactos no transporte público e na educação
A mobilização reúne também estudantes, o movimento dos coletes amarelos e a Confederação Camponesa. As principais reivindicações envolvem o aumento salarial, justiça fiscal e preservação dos serviços públicos, diante da alta no custo de vida e de ajustes fiscais previstos pelo governo.
Reivindicações sindicais e o custo de vida
As autoridades previam a adesão de até 700 mil manifestantes pelo país e até 80 mil em Paris. Para conter distúrbios, o ministro do Interior, Laurent Nuñez, mobilizou 70 mil policiais apoiados por blindados, drones e helicópteros.
Esquema de segurança e tensão política
Os atos ampliam o mal-estar social nos últimos meses do mandato do presidente Emmanuel Macron. A forte repressão policial e a proibição de concentrações urbanas têm gerado críticas de juristas e entidades de direitos humanos.
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Crédito da apuração original: G1
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