
Morador do DF com doença neurológica rara faz vaquinha para cirurgia em São Paulo
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Resumo Rapidim · 15% do texto original
O morador do Distrito Federal Alexandre Ferraz Batista de Oliveira, de 46 anos, foi diagnosticado em 2021 com fístula liquórica espontânea, uma condição rara que provoca o vazamento do líquor, fluido protetor do cérebro e da medula espinhal. Em razão de crises incapacitantes marcadas por fortes dores de cabeça, queimações, desmaios e falhas de memória, o ex-segurança precisou ser aposentado por invalidez e hoje depende de trabalhos autônomos eventuais para complementar a renda familiar.
Diagnóstico e impactos da fístula liquórica
Conforme explica o neurocirurgião Fabio Simões Fernandes, do Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB), a enfermidade afeta cerca de cinco a cada 100 mil pessoas e surge por uma fragilidade na membrana dura-máter. O paciente passou por múltiplos exames e tentativas de tratamento com procedimentos menos invasivos, mas não obteve êxito. A complexidade do quadro e a dificuldade de mapear a localização exata da fístula impediram intervenções cirúrgicas no Distrito Federal.
Tratamentos tentados e complexidade cirúrgica
A esperança da família está agora em uma cirurgia com o neurocirurgião Roger Brock, especialista que atua em São Paulo. Como o procedimento particular no Hospital Sírio-Libanês está orçado inicialmente em R$ 71.930, sua filha mais velha, Isabela Vitória, de 19 anos, organizou uma vaquinha virtual para arcar com os custos operatórios e de deslocamento. Até a publicação da reportagem, a mobilização havia arrecadado R$ 1.805.
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Crédito da apuração original: G1
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