
MP do Pará denuncia ex-presidente do Ideflor-Bio por suposto desvio milionário
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O Ministério Público do Estado do Pará denunciou à 10ª Vara Criminal de Belém um suposto esquema de desvio superior a R$ 14 milhões em contratos do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará. Entre os acusados estão o ex-presidente da autarquia, Nilson Pinto de Oliveira, e sua esposa, Lena Ribeiro Pinto.
Fraudes em licitações e contratos do Ideflor-Bio
A apuração aponta direcionamento e fraudes em três licitações firmadas com a Construtora Duas Marias entre 2023 e 2026. Os contratos previam reformas prediais e serviços no Parque Estadual do Utinga. A vereadora de Bragança Tatiana Ferreira Rodrigues também foi denunciada como gestora da empreiteira, que não possuía capacidade financeira compatível com os serviços contratados.
Esquema envolvia repasses e compra de bens de luxo
Segundo as investigações, parte dos pagamentos feitos à empresa retornava ao ex-presidente, a servidores e a terceiros. Os valores teriam sido utilizados na aquisição de imóveis no exterior e itens de luxo, configurando indícios de associação criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa.
Posicionamento da defesa
O casal deixou as funções públicas em julho deste ano. Em nota, Nilson Pinto manifestou indignação, afirmou ter cumprido a legislação e disse confiar na Justiça. Os demais investigados e o instituto não se pronunciaram.
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Crédito da apuração original: G1
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