
MPT e Ministério do Trabalho apuram denúncias de coação política em empresas de MT
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O Ministério do Trabalho e Emprego em Mato Grosso (MTE-MT) e o Ministério Público do Trabalho (MPT-MT) investigam denúncias de assédio eleitoral no estado. Até a última quarta-feira (28), o MTE-MT havia recebido duas queixas formais de discriminação política no ambiente profissional, cenário que pode resultar em penalidades administrativas, multas e exigência de reintegração de trabalhadores demitidos.
Penalidades e reintegração de trabalhadores
O superintendente regional do MTE-MT, Gerson Antônio Delgado, afirmou que a fiscalização prioriza acordos de conciliação com a participação de sindicatos para reverter demissões motivadas por preferências eleitorais. Contudo, empregadores que cometerem discriminação política estão sujeitos a multas de até dez vezes o maior salário pago pela empresa, além de restrições em instituições financeiras oficiais e eventuais ações civis públicas.
Atuação do MPT e canais de denúncia
O procurador do trabalho Bruno Choairy Cunha de Lima explicou que o MPT pode acionar a Justiça para garantir a reintegração dos funcionários prejudicados e cobrar indenizações por danos morais coletivos, aplicando medidas inclusive contra influenciadores e políticos que estimulem perseguições. As denúncias são sigilosas e podem ser registradas no site oficial do governo federal.
Investigações sobre boicotes e perseguições
Paralelamente, a Polícia Civil instaurou inquérito em Lucas do Rio Verde para apurar mensagens em grupos de WhatsApp que promoviam boicotes a empresas ligadas a apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e planejavam barrar ônibus com trabalhadores. Em âmbito federal, uma força-tarefa do MTE apura coações e estuda criar uma lista de empresas flagradas na prática.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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