
Mulher é presa no Amapá por fazer procedimentos estéticos sem formação médica
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Resumo Rapidim · 15% do texto original
A Polícia Civil do Amapá prendeu preventivamente, nesta quarta-feira (28), Stefani Viana Barbosa, investigada por realizar cirurgias plásticas e procedimentos estéticos invasivos sem possuir formação médica ou registro profissional. A clínica clandestina funcionava na própria residência da suspeita, localizada no bairro Paraíso, em Santana, sem alvará da prefeitura ou autorização da Vigilância Sanitária.
Clínica clandestina e sequelas graves na vítima
O mandado de prisão foi motivado pelo caso recente da servidora pública Elisângela Matos, que pagou mais de R$ 14 mil por procedimentos de lipoenxertia e fios de sustentação. A paciente desenvolveu uma grave infecção bacteriana com abscessos, resultando em deformidade facial permanente, além de ter ficado internada durante 28 dias em hospitais de Macapá e Belém.
Histórico criminal e apreensão de materiais
Segundo o delegado Anderson Ramos, a mulher já responde a pelo menos cinco inquéritos por crimes como tentativa de homicídio, estelionato, lesão corporal gravíssima e exercício ilegal da medicina com finalidade lucrativa. A investigada também possui condenação criminal definitiva a 5 anos, 7 meses e 2 dias de prisão em regime semiaberto por delitos semelhantes.
Durante a operação de busca, agentes constataram ambiente insalubre, com baratas e produtos inseticidas guardados próximos a medicações. Foram apreendidos instrumentos cirúrgicos, toxina botulínica, esteroides anabolizantes e canetas emagrecedoras sem registro na Anvisa. Stefani, que utilizava redes sociais para promover os serviços, foi encaminhada ao sistema penitenciário.
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Crédito da apuração original: G1
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