
Nomes ligados a igrejas perdem espaço e ficam sem mandato no pleito de São Paulo
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Nas eleições de 2026 em São Paulo, importantes lideranças religiosas tradicionais e parlamentares veteranos com forte atuação política não conseguiram se eleger. As derrotas atingiram figuras influentes de denominações como Assembleia de Deus, Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Internacional da Graça de Deus e Igreja Mundial do Poder de Deus.
Derrotas expressivas na Câmara dos Deputados
Entre os principais nomes derrotados na disputa para a Câmara dos Deputados está o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, Gilberto Nascimento (Podemos), que obteve 43.977 votos. O deputado federal Cezinha de Madureira (PL), alvo da Operação Transparência da PF durante a campanha, recebeu 60.596 votos e não se reelegeu. Também ficaram sem mandato federal o Missionário José Olímpio (PL), com 52.030 votos; o bispo André Santos (Republicanos), com 71.621 votos; a Pastora Sandra Alves (União Brasil), com 63.744 votos; e David Soares (Podemos), filho de R.R. Soares, com 61.366 votos.
Perda de cadeiras na Assembleia Legislativa
Na disputa por vagas na Assembleia Legislativa de São Paulo, a deputada estadual Edna Macedo (Republicanos), irmã de Edir Macedo, não renovou seu mandato após conquistar 55.086 votos. Daniel Soares (União Brasil), irmão de David, também ficou de fora do parlamento paulista ao registrar 53.812 votos.
Outros reveses entre candidaturas religiosas
O revés eleitoral atingiu igualmente outras representações de matriz religiosa no estado. Na corrida para deputado federal, Padre Kelmon (PL) somou 21.411 votos, enquanto o Padre Silvio Andrei (Avante) alcançou 26.409 votos, após ser suspenso pela Diocese de Jundiaí devido à sua candidatura. Por fim, a candidata Mãe Su de Nanã (PSOL), de matriz afro-brasileira, também não foi eleita.
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Crédito da apuração original: G1
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