
Operação da PF mira lavagem de dinheiro e bloqueia bens ligados a casa de apostas
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
A Polícia Federal realizou o sequestro de bens como carros, fazendas, apartamentos, animais, joias, obras de arte e valores bancários durante a segunda fase da Operação Arena, deflagrada na Paraíba. A ofensiva apura crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e fraudes tributárias vinculadas ao setor de apostas esportivas. O valor total do patrimônio apreendido ainda está em fase de avaliação oficial.
Mandados judiciais e apreensão de patrimônio
Nesta etapa, agentes cumpriram cinco mandados de busca e apreensão e uma prisão preventiva nas cidades de João Pessoa e Campina Grande. O sócio da PixBet, Diomar Tadeu Dantas de Farias, foi detido em Jacumã, mas obteve liberdade provisória sob fiança concedida pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região. O proprietário da casa de apostas, Ernildo Júnior, também figurou entre os alvos de mandados judiciais.
Como funcionava o esquema de evasão de divisas
Segundo as investigações, conduzidas em conjunto com o Ministério Público da Paraíba e a Receita Federal, recursos obtidos em apostas eram remetidos a empresas de fachada sediadas em Curaçao. Posteriormente, o montante retornava ao Brasil sob a justificativa de pagamentos por serviços não executados, acobertados por notas fiscais fraudulentas.
Desdobramentos e bloqueios da Operação Arena
Iniciada em agosto, a Operação Arena já havia executado 19 mandados de busca e apreensão em cinco estados e obtido o bloqueio judicial de até R$ 1,1 bilhão em bens patrimoniais.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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