
Perícia aponta apodrecimento oculto em estrutura que vitimou jovem em SC
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O inquérito da Polícia Civil concluiu que a gangorra artesanal que causou a morte da atleta Beatriz Peixoto, de 15 anos, apresentava deterioração na base subterrânea. O acidente ocorreu em 26 de setembro em Alfredo Wagner, na Grande Florianópolis, e a investigação foi finalizada sem indiciamentos por ausência de negligência.
Conclusão do inquérito policial
De acordo com a perícia, a estrutura de toras de eucalipto possuía cerca de 16 metros de comprimento e ruiu devido ao apodrecimento da coluna enterrada no solo. O laudo apontou que, por estar abaixo da superfície, o dano dificilmente seria identificado por meio de uma inspeção visual comum.
Deterioração oculta na base de madeira
Beatriz estava com três amigas quando o brinquedo sofreu um desvio lateral e tombou. A jovem caiu e foi atingida por uma viga, morrendo por traumatismo cranioencefálico. A polícia constatou que o proprietário não estava no local, desconhecia o uso no momento e mantinha cuidados regulares com o equipamento.
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Crédito da apuração original: G1
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