
Pesquisador brasileiro planeja estudar Alzheimer em nova estação espacial
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Resumo Rapidim · 15% do texto original
A empresa privada Vast planeja lançar em 2027 a Haven-1, a primeira estação espacial comercial do mundo destinada a tripulantes. O projeto funcionará como uma plataforma em órbita aberta ao aluguel para laboratórios e empresas, marcando a transição das estações governamentais, como a Estação Espacial Internacional (ISS), para o setor privado. A estrutura será impulsionada pelo foguete Falcon 9, da SpaceX, e os astronautas chegarão por meio da cápsula Dragon.
Haven-1: a primeira estação comercial tripulada
Entre os cotados para embarcar está o neurocientista brasileiro Alysson Muotri, professor da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD), cotado para ser o primeiro cientista do país no espaço. A bordo, o pesquisador pretende cultivar minicérebros humanos — organoides derivados de células-tronco — para estudar o avanço de doenças neurodegenerativas, principalmente o Alzheimer. O objetivo é analisar o comportamento dessas estruturas diante do envelhecimento acelerado proporcionado pela permanência no ambiente espacial.
Minicérebros e o avanço do Alzheimer em órbita
Com design moderno, a Haven-1 terá compartimentos reservados a diferentes clientes, paredes lisas e camas infláveis para fixação dos astronautas na microgravidade. O laboratório de Muotri também levará à órbita moléculas da biodiversidade amazônica, indicadas por povos originários, com a finalidade de testar propriedades terapêuticas capazes de proteger neurônios contra danos celulares e auxiliar no tratamento de enfermidades cerebrais.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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