
Pesquisadores brasileiros integram projeto espacial europeu para buscar exoplanetas
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Cientistas brasileiros participam da missão Plato, desenvolvida pela Agência Espacial Europeia para identificar exoplanetas sólidos, com temperaturas semelhantes às da Terra e potencial para abrigar água na superfície. Com lançamento previsto para março de 2027 a partir da Guiana Francesa, o satélite operará a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, equipado com 26 câmeras supersensíveis para detectar corpos celestes por meio do método de trânsito planetário.
A missão Plato e a busca por novos mundos
A contribuição do Brasil ocorre por meio do Instituto Mauá de Tecnologia, responsável pelo desenvolvimento dos Simucams. Os equipamentos funcionam como simuladores de alta precisão do sistema de câmeras, permitindo que os especialistas realizem testes operacionais em diversos cenários e antecipem soluções para eventuais falhas antes e durante a viagem espacial.
Tecnologia brasileira a bordo com os Simucams
De acordo com os pesquisadores Roberto Menezes, Rodrigo França e Vanderlei Parro, a cooperação técnica de 15 anos promoveu relevante transferência de conhecimento. Como contrapartida institucional, todas as informações e descobertas obtidas durante a missão serão integralmente compartilhadas com a comunidade científica brasileira, gerando dados estratégicos para pesquisas espaciais de ponta nas próximas décadas.
Assuntos
- exoplanetas
- missão plato
- agência espacial europeia
- instituto mauá de tecnologia
- pesquisa espacial brasileira
- astronomia
- satélite plato
- ciência espacial
Crédito da apuração original: G1
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