
PF aponta suspeita de lavagem com R$ 6,1 milhões de contrato de internet em SP
O que você achou?
Seja o primeiro a reagir
Resumo Rapidim · 17% do texto original
Um relatório da Polícia Federal, que embasou operação autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, aponta indícios de triangulação financeira e lavagem de dinheiro envolvendo R$ 6,17 milhões ligados à produtora do filme Dark Horse e a entidades da empresária Karina da Gama.
Triangulação de recursos e empresas envolvidas
Segundo as investigações, verbas públicas do contrato de R$ 157 milhões do Instituto Conhecer Brasil com a Prefeitura de São Paulo para fornecimento de wi-fi foram repassadas a empresas terceirizadas. Em seguida, esses valores retornavam para a Academia Nacional de Cultura, outra organização de Karina da Gama que funciona no mesmo endereço do instituto, na capital paulista.
Medidas cautelares e alvos da operação
As transferências envolveram as empresas Complexsys Soluções Integradas e Fastfuture Tecnologias Emergentes, pertencentes ao casal André Feldman e Débora Gomes Feldman, além da Ultra IP Tecnologia e Serviços, de William Silva Ferreira, e da Distribuidora de Produtos LMS. Os empresários foram alvos de mandados de busca e apreensão e estão proibidos de deixar o país.
Posicionamento das defesas e da prefeitura
A defesa de Karina da Gama informou ter acionado a Presidência do STF e ressaltou que a cliente colabora com as investigações. A Complexsys sustentou que os valores recebidos destinaram-se exclusivamente à manutenção da rede de wi-fi, sem vínculo com a produção do filme. Já a Prefeitura de São Paulo declarou não haver relação entre programas municipais e a obra cinematográfica, enfatizando a regularidade na execução do contrato.
Assuntos
- polícia federal
- lavagem de dinheiro
- prefeitura de são paulo
- contrato de wi-fi
- instituto conhecer brasil
- karina da gama
- flávio dino
- dark horse filme
Crédito da apuração original: G1
Ler matéria completa em G1