
PF investiga suposto envio de verbas de Mario Frias para obra sobre Bolsonaro
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Uma investigação conjunta da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União aponta o suposto desvio de emendas parlamentares do deputado federal Mario Frias para financiar a produção de "Dark Horse", cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Sob supervisão do Supremo Tribunal Federal, a PF cumpriu 49 mandados de busca e apreensão para apurar o uso irregular de recursos públicos.
Mandados e apuração conjunta da PF e CGU
O esquema envolvia o projeto educacional "Jovem Empreendedor 4.0", realizado pelo Instituto Conhecer Brasil em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, contemplado com R$ 1 milhão indicado pelo parlamentar. A entidade pagou R$ 300 mil ao Instituto Super Poder Educacional por 24 videoaulas que foram disponibilizadas somente após o término do convênio e quase não tiveram visualizações.
Convênio educacional e suspeitas de simulação
De acordo com a apuração, fornecedores contratados pelo projeto mantinham vínculos societários e repassaram recursos à Go Up Entertainment, produtora do filme ligada à presidente do instituto, Karina Ferreira da Gama. Durante as gravações, a produtora recebeu R$ 750 mil da empresa NTT Brasil e R$ 645,4 mil transferidos diretamente por Mario Frias. Os investigadores apontam indícios de que contratos simulados foram utilizados para direcionar verbas públicas à obra cinematográfica.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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