
PF prende influenciadora brasileira suspeita de atuar para a máfia italiana
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
A influenciadora digital Paula Simões foi presa pela Polícia Federal sob a suspeita de coordenar o tráfico internacional de cocaína para a máfia italiana ’Ndrangheta. De acordo com as investigações, ela assumiu o posto de operadora do esquema criminoso após a prisão de seu marido, Patrick Assisi, e de seu sogro, Nicola Assisi, ocorrida há cinco anos em Praia Grande, no litoral de São Paulo.
Atuação no tráfico e conexão internacional
Utilizando o codinome "Chanel" em comunicações criptografadas, Paula atuava na intermediação entre fornecedores sul-americanos e compradores europeus. A apuração policial aponta que a máfia ofereceu uma recompensa de 250 mil euros por sua cabeça após descobrir um caso extraconjugal dela com o advogado Patrick Raasch Cardoso, também investigado. Paralelamente, ela e o doleiro Tharek Mourad teriam movimentado mais de 6 milhões de dólares entre 2020 e 2021 através de um sistema de dólar-cabo.
Movimentação financeira e lavagem de dinheiro
Paula já possui condenação prévia por lavagem de dinheiro referente à aquisição de dois imóveis de luxo na capital paulista, avaliados em 1,9 milhão de reais e pagos com verbas do narcotráfico. A defesa da influenciadora nega integralmente as suspeitas e enfatiza que nenhuma substância entorpecente foi apreendida com ela. A defesa de Cardoso sustenta que a atuação do advogado sempre ocorreu estritamente dentro da legalidade.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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