
Planejamento residencial prioriza funcionalidade e elementos naturais
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Ao longo de 2026, os projetos de arquitetura residencial consolidaram mudanças estruturadas na rotina e na maneira como as pessoas utilizam a casa, superando a simples adoção de tendências passageiras. Uma consulta da Vilarejo com profissionais parceiros revelou que bem-estar, funcionalidade e identidade tornaram-se prioridades centrais nas decisões de planejamento.
Biofilia e elementos naturais na decoração
De acordo com a arquiteta, designer e paisagista Ana Bordallo, os clientes têm valorizado formas suaves, iluminação com diferentes atmosferas, biofilia e paletas compostas por tons terrosos, neutros e verdes, reduzindo a predominância de pretos e cinzas. O resgate de móveis, peças artesanais e objetos de valor afetivo também ganha força na criação de espaços menos padronizados.
Integração de ambientes e convivência familiar
A arquiteta Beth Gonzaga ressalta a presença contínua e equilibrada de materiais naturais, especialmente as pedras, aplicadas para proporcionar acolhimento. Gonzaga também destaca a integração de salas, cozinhas, varandas e áreas gourmet como uma das principais demandas, visando estimular a convivência familiar sem anular as funções específicas de cada espaço.
Adaptação prática de referências digitais
Por fim, o setor observa uma filtragem mais técnica das referências obtidas nas redes sociais. As propostas visuais passam a ser avaliadas sob critérios como dimensões, orçamento e manutenção, adaptando as inspirações digitais às necessidades reais dos moradores.
Assuntos
- planejamento residencial
- arquitetura residencial
- biofilia na arquitetura
- decoração funcional
- elementos naturais
- integração de ambientes
- tons terrosos
- bem-estar em casa
Crédito da apuração original: G1
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