
Plataforma de afroturismo fundada por brasileiro alcança receita anual de R$ 4 milhões
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Criada após episódios de racismo vivenciados pelo empresário Carlos Humberto, uma plataforma brasileira de afroturismo conecta viajantes a experiências que valorizam a história, a cultura e a ancestralidade negra. A iniciativa surgiu há dez anos, quando o fundador decidiu transformar situações de discriminação sofridas em viagens e na locação de imóveis em uma oportunidade comercial estruturada.
Origem e modelo de marketplace
Hoje, a empresa fatura cerca de R$ 4 milhões por ano e atua no modelo de marketplace, reunindo mais de 800 fornecedores cadastrados em 145 cidades. O catálogo engloba hospedagens, eventos e passeios turísticos — a exemplo do roteiro histórico conduzido pela turismóloga Bia Pimentel em Florianópolis (SC), com ingressos a R$ 130 por pessoa. A seleção dos parceiros passa por um criterioso processo de curadoria liderado pelo diretor comercial Haroldo Nascimento.
Curadoria e impacto econômico local
Com uma equipe composta por 30 profissionais, o empreendimento atende viajantes em 18 países e inaugurou recentemente seu primeiro escritório internacional em Portugal. Além da sustentabilidade financeira, a plataforma promove impacto social ao gerar renda para guias, artesãos, músicos e cozinheiros locais, resgatando memórias historicamente invisibilizadas e democratizando o acesso ao turismo cultural.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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