
Polícia Civil desarticula grupo que fornecia estrutura para fraudes em aplicativos
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu cinco pessoas — duas mulheres e três homens — integrantes de uma quadrilha especializada no "golpe do falso parente". As prisões e apreensões de celulares, computadores e chips ocorreram em Ceilândia, Taguatinga e Goiânia. O grupo é investigado por organização criminosa, estelionato qualificado e lavagem de dinheiro.
Divisão de tarefas entre Brasília e Goiânia
Segundo a corporação, os suspeitos montavam e vendiam kits completos para outros golpistas. O esquema contava com um núcleo em Brasília, que habilitava linhas telefônicas com CPFs de terceiros, e outro em Goiânia, responsável por criar perfis em aplicativos de mensagens com fotos e dados de parentes das vítimas, incluindo roteiros para solicitar transferências financeiras.
Cinco meses de investigações e prejuízos
A apuração da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos durou cinco meses e teve início após uma idosa de 72 anos perder mais de R$ 53 mil. Ao todo, ao menos 19 vítimas foram identificadas em seis meses. Para evitar fraudes, o delegado João Guilherme de Carvalho orienta que familiares combinem palavras-código prévias para validar a identidade em conversas suspeitas.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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