
Polícia Civil do Rio descobre adulteração em taxímetros no Aeroporto do Galeão
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
A Polícia Civil do Rio de Janeiro descobriu um esquema de fraude em táxis que operavam no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, onde dispositivos ocultos eram utilizados para adulterar os taxímetros e inflacionar o valor final das corridas. O equipamento ficava instalado atrás do botão do porta-malas e era acionado de forma discreta pelos motoristas por meio de um mecanismo sob o carpete ou forro do veículo.
Como funcionava o esquema de adulteração
A investigação, iniciada em janeiro após uma denúncia, revelou casos de passageiros que chegaram a pagar quase R$ 900 por um trajeto até a Barra da Tijuca. O esquema contava com o apoio de auxiliares conhecidos como “jóqueis”, que abordavam turistas na área de desembarque e os encaminhavam a motoristas que não pertenciam às cooperativas oficiais. Segundo o delegado Victor Tutmann, condutores foram flagrados tentando descartar os aparelhos durante abordagens policiais.
Atuação de intermediários e corridas superfaturadas
Os veículos eram alugados da empresa Império Táxis e preparados na Oficina Capelinha, situada no bairro de Piedade. O inquérito é conduzido pela Delegacia Especial de Apoio ao Turismo, Delegacia do Aeroporto Internacional e Delegacia de Repressão aos Crimes de Propriedade Imaterial. A AeroCoop e a locadora negaram vínculo com o grupo e manifestaram apoio às investigações.
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Crédito da apuração original: G1
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