
Polícia de SP descarta assassino em série e investiga nove homicídios na capital
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
A localização de nove corpos em diferentes regiões de São Paulo, entre o início de setembro e o começo de outubro, alimentou boatos nas redes sociais sobre a suposta atuação de um assassino em série na capital. Diante do alarme gerado, a Secretaria da Segurança Pública e a Polícia Civil vieram a público para descartar categoricamente a hipótese de um "serial killer", classificando as mortes como ocorrências pontuais com dinâmicas e autorias distintas.
Polícia afasta tese de serial killer na capital
O secretário da Segurança, Nico Gonçalves, e a diretora do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Ivalda Aleixo, afirmaram que não existem indícios que conectem os homicídios entre si. O DHPP apura os casos individualmente, sendo quatro registrados na Zona Leste, três na Zona Sul, um na Zona Norte e um na Zona Oeste da cidade. Nenhuma ocorrência semelhante foi registrada na região central.
Perfil das vítimas e distribuição dos casos
Das nove vítimas localizadas, oito já foram identificadas formalmente pelas autoridades, sendo sete homens e uma mulher. Os cadáveres foram encontrados em vias públicas, terrenos baldios e áreas de mata, sob condições severas de violência, incluindo corpos amarrados, ensacados, esquartejados, decapitados, baleados ou carbonizados. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado ou preso.
Suspeita de atuação de facções criminosas
A polícia investiga a hipótese de que as mortes tenham relação com o chamado "tribunal do crime", sistema clandestino atribuído a facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) para julgar e executar desafetos. Linhas de apuração sobre vingança e justiçamento também são consideradas pelos investigadores, uma vez que parte das vítimas possuía antecedentes criminais.
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Crédito da apuração original: G1
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