
Polícia Federal aponta inconsistências nas contas de cinebiografia de Bolsonaro
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
A Polícia Federal apontou uma divergência contábil severa nas movimentações financeiras para a produção de "Dark Horse", cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com as investigações, mais de US$ 12 milhões saíram do Brasil por meio de uma empresa ligada ao empresário Daniel Vorcaro, mas apenas US$ 2,8 milhões retornaram ao país após passarem pelo fundo norte-americano Havengate, administrado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro.
Divergência financeira nas remessas ao exterior
Diante das suspeitas de que o filme possa ter servido como cobertura para ocultação e desvio de valores, a corporação solicitou ao Supremo Tribunal Federal a prorrogação do inquérito por 90 dias. A apuração analisa repasses atribuídos a Daniel Vorcaro a pedido de Flávio Bolsonaro, o possível custeio de Eduardo no exterior e a destinação de R$ 2 milhões em emendas do deputado Mario Frias a entidades ligadas a Karina Ferreira da Gama, dona da produtora Go UP Entertainment.
Pedido de prorrogação do inquérito no STF
A produtora declarou que a obra custou R$ 75,1 milhões e afirmou que a perícia comprovará a legalidade de todas as captações. Eduardo Bolsonaro e Mario Frias negaram qualquer irregularidade.
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Crédito da apuração original: G1
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