
Policiais militares matam jovem em SP após confundirem celular com arma de fogo
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Gustavo Munis de Santana, de 20 anos, foi morto por policiais militares na madrugada de sábado (10), em Moema, na Zona Sul de São Paulo. A corporação havia sido acionada para conter um homem em surto que ameaçava tirar a própria vida. Segundo o boletim de ocorrência, o jovem correu por uma passarela e, ao sair de uma área escura, estendeu os braços segurando um celular Samsung, interpretado pelos agentes como uma arma de fogo.
Dinâmica da ocorrência e disparos em Moema
Durante a abordagem, quatro policiais efetuaram 45 disparos de pistolas calibre .40, provocando pelo menos 27 ferimentos no corpo de Gustavo. O jovem trabalhava em um hospital, não tinha antecedentes criminais e realizava tratamento contra dependência química e depressão, segundo relatos de familiares e vizinhos. O corpo permaneceu na via pública por mais de dez horas até a liberação para o Instituto Médico Legal.
Perfil da vítima e histórico de saúde
O caso foi registrado no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) como resistência e morte decorrente de intervenção policial. A conduta dos PMs é apurada pelas polícias Civil e Militar. As armas dos agentes, as imagens das câmeras corporais e o telefone da vítima foram apreendidos para perícia técnica.
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Crédito da apuração original: G1
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