
Presidenciáveis divergem sobre economia, saúde e programas sociais em debate
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) participaram, na sexta-feira (23), do último debate transmitido pela TV Globo antes do segundo turno das eleições presidenciais, no domingo (25). O segundo bloco foi marcado por debates sobre políticas sociais, economia, saúde pública e trocas de acusações.
Políticas sociais e trocas de declarações
Lula iniciou questionando a posição anterior de Flávio contra a licença-maternidade de 180 dias. O senador admitiu o erro e desculpou-se por ter usado o termo "nove dedos" contra o adversário. O petista afirmou ter perdido o membro em um acidente de trabalho aos 17 anos e chamou o rival de "miliciano". No direito de resposta concedido, Flávio abordou a causa animal e a Lei Sansão, enquanto Lula tratou de atrasos históricos na educação superior.
Propostas para a economia e renegociação de dívidas
No debate econômico, Flávio responsabilizou os gastos do governo pela inflação e propôs renegociar dívidas via Caixa, suspendendo parcelas por seis meses para pessoas físicas e um ano para empresas. Lula respondeu que o adversário copiou seu projeto, que prevê abatimentos de até 95%, e criticou a independência do Banco Central.
Financiamento da saúde e investimentos no SUS
Sobre a saúde, Lula questionou como o oponente financiaria o SUS diante de propostas de corte de despesas. Em resposta, Flávio comprometeu-se a investir no setor, prometendo ampliar o Inca, reajustar a tabela do SUS e refinanciar débitos das Santas Casas.
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Crédito da apuração original: G1
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