
Procuradoria requer detenção de PM réu pela morte de universitário em São Paulo
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O Ministério Público Federal (MPF) solicitou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a prisão preventiva do policial militar Guilherme Augusto Macedo. Ele é réu pelo assassinato do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, de 22 anos, ocorrido em novembro de 2024 dentro de um hotel em São Paulo. Em fevereiro de 2026, a Justiça paulista determinou que os agentes envolvidos sejam levados a júri popular.
Parecer do MPF enviado ao STJ
No parecer assinado pelo subprocurador-geral da República José Elaeres Marques Teixeira, o órgão sustenta que a detenção se justifica pela gravidade concreta da conduta e pelo risco à ordem pública. O documento descreve que a vítima estava desarmada após atingir o retrovisor da viatura e foi baleada à queima-roupa no abdômen no saguão do hotel.
Circunstâncias do caso e júri popular
Para o MPF, medidas cautelares alternativas são insuficientes, e fatores como primariedade e residência fixa não anulam a necessidade da prisão diante da desproporcionalidade da ação com arma institucional. A decisão final caberá ao STJ.
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Crédito da apuração original: G1
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