
Projetos de óleo e gás na Margem Equatorial mobilizam debate com lideranças no Pará
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Uma audiência pública realizada na sede do Ministério Público Federal, em Belém, discutiu os impactos socioambientais da exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial. Promovido pela Rede Grupo de Trabalho Amazônico, o encontro reuniu pesquisadores, autoridades, movimentos sociais e lideranças comunitárias do Marajó.
Impactos socioambientais e consulta prévia
Durante o debate, representantes locais manifestaram preocupação com os efeitos da atividade sobre os modos de vida tradicionais e criticaram a falta de diálogo prévio antes do início dos estudos. Diante do cenário, foi apresentado um protocolo de consulta a ser adotado em eventuais operações no Pará, reforçando a exigência de participação comunitária nas decisões.
Planos de investimento da Petrobras até 2030
A Petrobras prevê investir US$ 2,5 bilhões em 15 poços na Margem Equatorial até 2030, tratando a região como uma nova fronteira energética. Recentemente, a companhia obteve autorização do Ibama e identificou petróleo no bloco FZA-M-59, na costa do Amapá. Segundo a presidente da estatal, Magda Chambriard, os projetos voltados ao litoral paraense continuam em fase de estudos e dependem de licenciamento ambiental.
Assuntos
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- petróleo e gás
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- licenciamento ambiental
- ministério público federal
Crédito da apuração original: G1
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