
Proposta de transmitir execução nos Estados Unidos recebe críticas da ONU e Anistia
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
A Organização das Nações Unidas (ONU) e a Anistia Internacional repudiaram o plano do governo dos Estados Unidos de transmitir ao vivo a execução do ex-major Nidal Hasan. O anúncio foi feito pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth. Hasan foi condenado à morte em 2013 por matar 13 pessoas e ferir 32 na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009.
Reações da ONU e da Anistia Internacional
Marcada para 3 de dezembro por pelotão de fuzilamento, esta poderá ser a primeira execução pública no país desde 1936 e a primeira transmitida na história americana. A porta-voz da ONU classificou a transmissão como tortura. O presidente Donald Trump afirmou que ainda não tomou uma decisão final, enquanto o vice-presidente J.D. Vance manifestou dúvidas sobre a transmissão.
O caso Nidal Hasan e o ataque em Fort Hood
Praticadas principalmente por regimes autoritários e grupos terroristas, as execuções públicas somaram 17 casos no Afeganistão e no Irã em 2025, segundo a Anistia Internacional. Sobreviventes do massacre no Texas, como o sargento Alonzo, criticaram a transformação da pena em espetáculo.
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Crédito da apuração original: G1
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