
PUC instaura apuração interna após estudante de Direito ofender memória de Marielle
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
A PUC-Rio abriu uma investigação interna para apurar a conduta de um estudante de Direito acusado de proferir ofensas racistas e classistas contra a memória da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018. Marielle era ex-aluna da instituição, onde cursou Ciências Sociais. O procedimento foi instaurado pelo Programa de Integridade da universidade após o recebimento de relatos na Ouvidoria e no Canal Externo de Denúncias.
Denúncia de ofensas em grupo de mensagens
O caso ganhou repercussão após a filha da parlamentar, Luyara Franco, denunciar nas redes sociais que o aluno chamou sua mãe de "macaca" em um grupo de WhatsApp e questionou como ela teria financiado a graduação. Luyara destacou que a família continua sendo obrigada a defender a memória da vereadora e enfatizou que racismo é crime.
Posicionamento da PUC-Rio e investigação
Em nota oficial, a PUC-Rio repudiou qualquer ato discriminatório e informou que adotará as medidas legais e administrativas cabíveis. O episódio gerou manifestações de repúdio de coletivos universitários e entidades estudantis, incluindo a UNE e a UEE-RJ, que cobraram punições e a ampliação de ações de letramento racial no ambiente acadêmico.
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Crédito da apuração original: G1
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