
Queda em índices escolares e carência de docentes desafiam novo governo de Celina Leão
O que você achou?
Seja o primeiro a reagir
Resumo Rapidim · 16% do texto original
A governadora reeleita do Distrito Federal, Celina Leão (PP), assumirá o novo mandato em janeiro com o desafio de enfrentar uma crise estrutural na educação pública. O DF foi a única unidade da federação a registrar queda no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no ensino médio, ficando abaixo da média nacional nas escolas públicas em todas as etapas avaliadas. Diante do cenário negativo, Celina trocou o comando da Secretaria de Educação em agosto, substituindo Iêdes Braga por Thiago Peixoto.
Queda no Ideb e atritos na gestão da pasta
A mudança na pasta gerou atritos com o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), que realizou paralisação em outubro contra a imposição de novo calendário e materiais pedagógicos. Paralelamente, a rede lida com um déficit histórico de profissionais efetivos, somando 16.912 servidores em contratos temporários. Após determinação do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), o governo nomeou 2.681 aprovados do concurso de 2022 e autorizou um novo processo seletivo com 10.604 vagas, sendo 2.650 imediatas e as demais para cadastro reserva.
Déficit de professores e novo concurso público
Outro entrave central para a gestão é a ampliação do ensino em tempo integral, modalidade que atende apenas 7% dos alunos matriculados no DF, o menor índice do país no ensino médio. Além da recomposição de pessoal, o plano de governo para os próximos quatro anos prevê a modernização da infraestrutura física das escolas, a redução de espaços alugados e a reestruturação da carreira dos profissionais de ensino.
Assuntos
- educação no df
- celina leão
- ideb df
- concurso secretaria de educacao df
- concurso professor df
- ensino medio tempo integral df
- sinpro-df
- rede publica do df
Crédito da apuração original: G1
Ler matéria completa em G1