
Recorde de abstenções nas eleições transforma ausentes em alvo do segundo turno
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
A eleição presidencial registrou um recorde histórico de abstenção no primeiro turno, com cerca de 33,5 milhões de eleitores ausentes das urnas, o equivalente a 21,08% dos cidadãos aptos a votar. Somados os votos brancos e nulos, o índice de não votantes atingiu 24,8% do eleitorado, tornando esse contingente o principal alvo de disputa no segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).
Recorde de ausência nas urnas no primeiro turno
No podcast O Assunto, apresentado pela jornalista Natuza Nery, o cientista político e pesquisador da FGV-RJ Jairo Nicolau analisou o perfil desses eleitores. Segundo o especialista, que classifica o pleito como um "terceiro turno" da disputa de 2022, fatores como trabalho, saúde, viagens e desinteresse explicam as ausências, exigindo novas estratégias de mobilização por parte das campanhas para atrair os votos decisivos.
Assuntos
- abstenção nas eleições
- segundo turno
- eleições presidenciais
- votos nulos e brancos
- eleitorado
- mobilização eleitoral
- voto facultativo
Crédito da apuração original: G1
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