Plantão

Resumimos notícias já publicadas por outros veículos — não produzimos notícias

Voltar para a capa
Rede Starlink se torna estratégica em guerras e gera corrida por rivais globais

Rede Starlink se torna estratégica em guerras e gera corrida por rivais globais

G1há 8 d
Áudio ainda sendo gerado para esta notícia.

Compartilhar

O que você achou?

Seja o primeiro a reagir

Resumo Rapidim · 16% do texto original

Criada inicialmente pela SpaceX para levar conexão a regiões remotas, a Starlink, rede com quase 10 mil satélites controlada por Elon Musk, transformou-se em uma infraestrutura central para a geopolítica global. Posicionados a apenas 550 quilômetros da Terra para assegurar alta velocidade e baixa latência, os dispositivos tornaram-se cruciais tanto para suporte civil quanto para operações militares em áreas de conflito.

Uso militar e presença em zonas de conflito

Na Ucrânia, as Forças Armadas utilizam o sistema desde fevereiro de 2022 para coordenar tropas e drones, enquanto militares russos tentam acessar o sinal por meio de equipamentos contrabandeados. O recurso também é utilizado por grupos paramilitares no Sudão, por manifestantes para driblar a censura estatal no Irã e em ações humanitárias e de telemedicina na Faixa de Gaza desde julho de 2024.

Monopólio de Elon Musk e riscos ambientais

Essa dependência confere grande influência a Musk, que já restringiu a conectividade durante operações na Crimeia, além de gerar preocupações diplomáticas com ameaças de desligamento da rede. Especialistas também alertam para impactos ambientais, já que a queima diária de satélites desativados na atmosfera libera óxido de alumínio, substância prejudicial à camada de ozônio.

A corrida internacional por redes alternativas

Diante desse monopólio, governos e concorrentes aceleram projetos alternativos. Na Europa, a União Europeia desenvolve a constelação segura IRIS² para 2029, ao lado da atuação corporativa da Eutelsat OneWeb. Nos Estados Unidos, a Amazon planeja estrear a rede Amazon Leo com mais de 3 mil satélites, enquanto a China projeta os sistemas estatais e comerciais Guowang e Qianfan, somando cerca de 25 mil novos satélites em órbita.

Assuntos

  • starlink
  • spacex
  • elon musk
  • satélites
  • geopolítica espacial
  • internet via satélite
  • guerra na ucrânia
  • iris2

Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

Publicidade

320 × 100